quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Idade de Cristo

Ontem, foi meu aniversário. 33 anos. Trinta e três anos! 33 anos...

Vontade de que ninguém, ninguém mesmo - nem minha mãe! - se lembrasse disso... de passar em brancas nuvens...

E,
pela primeira vez, comemoraram meu aniversário no meu trabalho - com festa para o andar inteiro! Eu, de extrovertida que sou, passei para uma pessoa que não sabia pra onde olhar nem se batia palmas com a galera ou se punha a mão na cintura...

Vontade de sumir e comemorar apenas com meu núcleo familiar primário (ou de nem ao menos comemorar...).


Vontade que foi desaparecendo no decorrer do dia... Primeiro, quando recebi o telefonema da Maira, falando que tinha orado por mim logo cedo. Me emocionei.
E, depois, ao chegar em casa no fim do dia.

Sem chave, toquei a campainha. O André veio correndo. "Oi mãe!!" - foi o grito todo feliz que ouvi. "A gente 'tá escrevendo um cartão pra você. Um cartão de aniversário!"

E eu, com vontade de entrar logo em casa, disse: "É? Que legal! Então, abre a porta pra mim.
"

"Não posso, mãe, a gente ainda não terminou. A gente 'tá escrevendo que você é a nossa princesa, e linda, e que a gente gosta muito de você!"


Podem dizer o que quiserem, mas, sinceramente, eu não precisava de mais nada... Já ganhei meus melhores presentes de aniversário: Hugo, Tomás e André.


Amo vocês!

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